sexta-feira, 16 de agosto de 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Video sobre Islã e sua história (Documentário)


Isinbayeva critica sueca por gesto de apoio à comunidade gay


Principal rosto do campeonato mundial de Moscou, Yelena Isinbayeva classificou como desrespeitoso o gesto da sueca Emma Green-Tregaro, que apoiou à comunidade gay. A melhor saltadora da história disse ainda que apoia a lei que bania a promoção da homossexualidade. Green-Tegaro competiu na rodada classificatória de salto em altura de quinta-feira no estádio Luzhinki com suas unhas pintadas nas cores da bandeira de arco-íris usada pelo movimento gay. "É desrespeitoso com o nosso país, desrespeitoso com nossos cidadãos porque somos russos", disse Isinbayeva, falando em um inglês hesitante, em uma coletiva de imprensa. ​"Talvez sejamos diferentes do povo europeu e do povo de outras terras. Temos nossa lei que todos devem respeitar. Quando vamos a países diferentes, tentamos seguir as regras deles. Não tentamos criar nossas regras ali. Apenas tentamos ser respeitosos. Nos consideramos pessoas normais e comuns, apenas gostamos de garotos com mulheres, de garotas com garotos... vem da história". "Espero que o problema não estrague os Jogos Olímpicos em Sochi", acrescentou a atleta de 31 anos, que é uma das mais conhecidas da Rússia e venceu seu terceiro título mundial diante de uma plateia fascinada na terça-feira. A polêmica lei russa, que foi aprovada em junho, proíbe alguns aspectos da promoção da homossexualidade e causou uma situação política delicada antes das Olimpíadas de Inverno em Sochi no próximo ano, quando será aplicada a atletas e espectadores. Fonte:terra

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Israel pode atacar Irã sem apoio operacional dos EUA, diz rádio


O Exército israelense pode atacar o Irã sem a necessidade de apoio operacional americano, mas uma intervenção somente de Israel seria qualitativamente inferior a que poderia efetuar junto com os Estados Unidos, disse nesta terça-feira uma fonte oficial israelense à rádio pública do país. A fonte, que a emissora não identificou, manifestou suas dúvidas sobre a seriedade do compromisso da Administração de Barack Obama de impedir, a qualquer preço, que o Irã desenvolva armamento nuclear. O comportamento da Casa Branca em relação à guerra civil na Síria, acrescentou, mostrou que Israel não pode confiar nas promessas de seu principal aliado quando se trata de assuntos considerados cruciais para sua segurança. Israel teme, além disso, a abertura de um diálogo direto entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear porque isso poderia gerar um relaxamento das sanções contra o Irã em troca do cumprimento de algumas condições da comunidade internacional. O medo israelense reside em que as eventuais cessões iranianas estejam abaixo de suas exigências. As três reivindicações de Israel ao Irã, conforme o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu formulou em várias ocasiões, são: o desmantelamento da usina nuclear próxima à cidade de Qom, o fim do enriquecimento de urânio e a eliminação de todo o urânio enriquecido acima de 3,5% Fonte:terra

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Claudio Duarte os desafios de um lider


Netanyahu apoia entrada de cristãos palestinos no Exército de Israel


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deu nesta segunda-feira apoio ao alistamento de cristãos palestinos no exército israelense, após o pedido apresentado pelo chamado Fórum de Oficiais Cristãos. "O primeiro-ministro ordenou a criação de um fórum conjunto que fomente o alistamento da comunidade cristã ao exército e a prestação de serviço social, assim como sua integração na vida do Estado", informou o premiê em comunicado divulgado logo depois de reunião com o sacerdote ortodoxo Gabriel Nadaf. Nadaf representa um grupo de cristãos de origem palestina que recentemente quebrou os vínculos com a comunidade palestina muçulmana para defender a total incorporação de seus membros na sociedade israelense, majoritariamente judia. Estima-se que 150 mil cristãos palestinos vivam em Israel. Os palestinos representam 20% dos oito milhões de israelenses, mas pela origem e relação com a população na Cisjordânia e Gaza estiveram historicamente isentos do serviço militar. Nos últimos meses, Nadaf e o Fórum de Oficiais Cristãos têm realizado e acompanhado várias iniciativas de caráter político para a criação do primeiro partido cristão em Israel. No último ano, o número de recrutas cristãos no exército israelense passou de 35 a 100, e cerca de 500 outros jovens prestam serviço social, que pode ser trocado pelo militar em determinadas comunidades. Participaram da reunião com Netanyahu os presidentes do Fórum, o tenente aposentado Shadi Khalul; e do Conselho Ortodoxo da cidade de Yafia, Naji Abid. Netanyahu afirmou que "trabalhará para integrar os membros da comunidade cristã na nova lei de alistamento", que por enquanto só é aplicável aos ultra-ortodoxos judeus, outro grupo historicamente isento. "Devemos permitir aos membros da comunidade cristã que se alistem. São cidadãos leais que querem defender o Estado e por isso lhes dou saudação e apoio", declarou o primeiro-ministro israelense. Há alguns meses, Nadaf foi criticado pelo patriarca ortodoxo de Jerusalém, máxima autoridade da igreja na região, por participar de uma atividade política que, para ele, poderia pôr em perigo outras comunidades no Oriente Médio. No entanto, na reunião com Netanyahu, Nadaf disse que "aqueles que se opõem à integração da comunidade cristã nas instituições do Estado não seguem o caminho do cristianismo". "Nosso objetivo é proteger Terra Santa e o Estado de Israel. Temos quebrado a barreira do medo, o Estado merece que participemos de sua defesa", ressaltou. Círculos palestinos veem com indignação a iniciativa de alistamento, por considerar que, com ela, a comunidade cristã apoiará a política militar israelense que sustenta a ocupação e as consequências que leva para a população civil na Cisjordânia e Gaza. Fonte:terra

Ativista gays tentam atrapalhar culto em Santarém no Pará - Pr. Marcos Feliciano é mais uma vez perseguido